The first major monograph on artist Jill Mulleady, whose paintings thread motifs of decay, memory, history, and private myth, featuring humans and animals enacting their instinctive psychological reactions to ever-present threats of danger.
The essays in this first-ever monograph dedicated to Swiss artist Jan Vorisek, alongside image portfolios of the exhibitions they explore and an appendix that features photos and documentation of Vorisek’s performances, recordings and ephemera, grant us unprecedented access to the private fictions that the work reveals.
Since the 1990s Costa has been challenging hierarchies of art production and the fetishization of the “finished” artwork, inviting viewers to reconsider what is discarded, both materially and socially. Through over 300 artworks, accompanied by new writing, this catalogue explores Adriano Costa’s work, a meditation on transformation—of objects, meanings, and systems of value.
This richly illustrated book considers the dazzling oeuvre of choreographer and dancer Marlene Monteiro Freitas. In line with her creative methodology, Alexandra Balona unfolds an “atlas of affects” through five emblematic dance pieces that reveal the intensity, humor, and humanity of one of today’s most radical choreographic voices.
Invited to present an exhibition at the Galleria Borghese in Rome, Kenyan-American artist Wangechi Mutu has developed an innovative approach to museum space, challenging hierarchy, permanence, and fixed meanings. With in-depth essays and a rich selection of illustrations, this catalog retraces that exhibition and explores the themes and concerns that have long characterized the artist’s practice.
Invitata a concepire una mostra alla Galleria Borghese, l’artista keniota-americana Wangechi Mutu ha sviluppato un approccio innovativo allo spazio museale, confrontandosi con le gerarchie, la permanenze e le sedimentazioni del contesto. Attraverso saggi approfonditi e una ricca selezione di illustrazioni, questo catalogo ripercorre la mostra ed esplora i temi e le preoccupazioni che da tempo caratterizzano la pratica dell’artista.
Paula Rego e Adriana VarejãoEntre os vossos dentes
Editado por Adriana Varejão, Helena de Freitas e Victor Gorgulho
Textos: Elena Crippa, Raphael Fonseca, Helena de Freitas, Victor Gorgulho e Adriana Varejão
Design gráfico: Lorenzo Mason Studio
2025, português, capa mole, 24 x 32 cm, 152 páginas
ISBN 979-12-80579-64-5
Paula Rego e Adriana Varejão. Entre os vossos dentes, editado por ocasião da exposição homónima realizada no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian, em Lisboa, explora as convergências na obra de Paula Rego (Lisboa, 1935 – Londres, 2022) e Adriana Varejão (Rio de Janeiro, 1964), apesar de pertencerem a gerações diferentes e de terem origens distintas.
Com curadoria de Adriana Varejão, Helena de Freitas e Victor Gorgulho, a exposição – que reúne cerca de 80 obras, entre pinturas, gravuras, esculturas e instalações – distribui-se por treze salas, cada uma dedicada a um tema distinto. O texto principal do catálogo é uma longa conversa entre os três curadores, que espelha a estrutura da exposição, aprofundando os diferentes núcleos temáticos e revelando o processo conceptual e metodológico que orientou a seleção das obras.
Os ensaios de Raphael Fonseca e Elena Crippa, que complementam o catálogo, oferecem uma leitura aprofundada das afinidades entre as práticas das duas artistas, explorando-as a partir de uma perspetiva crítica e informada.
O título – Entre os vossos dentes – é um verso retirado do livro Poemas aos Homens do Nosso Tempo (1974), da poeta e romancista brasileira Hilda Hilst, numa clara alusão ao regime ditatorial que tinha começado no Brasil na década anterior. Hilst expõe e critica o poder alicerçado na ganância, na conquista, no lucro e na exploração. Nas suas representações de corpos, tanto literais como metafóricos, Paula Rego e Adriana Varejão refletem sobre a forma como o patriarcado, o colonialismo e outras estruturas de opressão se entrelaçam, dilacerando as pessoas e as suas histórias.
Esta é a primeira exposição conjunta das artistas em Portugal, sendo que já expuseram juntas no Rio de Janeiro (Carpintaria, 2017), ainda em vida de Paula Rego.
O catálogo promove um diálogo entre a obra de Adriana Varejão – cujo percurso tem sido marcado por uma abordagem pioneira ao pensamento pós-colonial – e a de Paula Rego, cuja força política emerge de uma tensão fecunda entre o íntimo e o coletivo. Este cruzamento contribui para a ampliação do universo interpretativo das duas artistas.